O CRIMONOSO TRUMP; A CHINA COMO ALVO; A VENEZUELA COMO EXEMPLO!
Presidente norte-americano rasga as legislações de relações internacionais e rouba a maior reserva de petróleo do planeta.

O presidente Donald Trump escancara a política intervencionista e criminosa dos Estados Unidos, reação desesperada que tem como alvo principal a diminuição da influência norte-americana na economia mundial e o crescimento muito mais agressivo da China. Vamos aos dados.
A China registra crescimento médio de seu PIB nos últimos 10 anos entre 4 e 5% em seu produto interno bruto. Os Estados Unidos que, especialmente sob a batuta de Trump, implementam uma política internacional agressiva, pouco afeita aos acordos e convenções internacionais (desde sempre), registraram no mesmo período crescimento médio abaixo de 3%, ou seja, o modelo imperialista vai corroendo a liderança da economia mundial pelos Estados Unidos.
A América – sim, acredite, a “América” não são os Estados Unidos” - começou um processo de redução da dependência tóxica dos EUA e, naturalmente, virou um espaço de expansão para os chineses.
DOUTRINA MONROE NELES
A ferramenta antiga, e sua corrução também, e é verdade que neste caso o homem do topete laranja não está “inventando a roda”.
A Doutrina Monroe foi criada em 1823 para “proteger” o continente americano do avanço dos ataques colonialistas europeus. Menos de um século depois o instrumento foi transformado em arma de dominação dos Estados Unidos sob o comando de Roosevelt. As intervenções criminosas efetuadas pelos estadunidenses tiveram a doutrina como “justificativa” para o cometimento das ilegalidades e destituições de governos democraticamente eleitos.
A versão mais atualizada, empreendida por Donald Trump, tem a clara intenção de ROUBAR A MAIOR RESERVA DE PETRÓLEO DO MUNDO. A máscara usada pelos criminosos é a da fantasia de combate ao narcotráfico internacional e a defesa da democracia na Venezuela.
VENEZUELA ALVO DA “OPERAÇÃO IRAQUE” 2025.
A tática foi rigorosamente a mesma!
Inventa-se o envolvimento do governo em crimes internacionais, aí entra em cena o super-herói que vestirá sua roupa nas cores da bandeira dos Estados Unidos para salvar o mundo do extermínio, e, BINGO, o TIO SAM efetua o roubo na frente de todo o planeta, com cobertura midiática ao vivo e em cores (muitas delas necessária para ratificar a narrativa do ladrão).
No Iraque, a mentira construída com atuação da CIA de que Saddam Hussein estava construindo armas de destruição em massa foi a parte textual para o assalto à produção e às reservas de petróleo iraquianas. Na Venezuela, promover Nicolás Maduro a chefe dos cartéis de tráfico de drogas do país foi a história da carochinha com a qual Trump justificou o envio de tropas militares, do maior e mais poderoso porta-aviões do mundo e, tragédia anunciada, invadir a Venezuela.
O QUE EFETIVAMENTE ESTÁ ESCANCARADO NA AÇÃO CRIMINOSA DOS EUA.
Desde 2019 a China passou a ser o maior comprador de petróleo venezuelano. Atualmente, aproximadamente 80% de todas as exportações de petróleo da Venezuela têm a China como destino.
Esse crescimento do comércio com os chineses acabou com qualquer possibilidade de estrangulamento econômico que os Estados Unidos pretendiam impor à Venezuela com as sanções determinadas contra o governo de Maduro.
O tiro saiu pela culatra, pois, além de não estrangular a Venezuela, colocou no colo de Xi Jinping a maior reserva de petróleo de todo o planeta. Sobrou a VIOLÊNCIA EM SEU ESTADO MAIS SELVAGEM!
Agora, há basicamente dois caminhos para a “colonização Venezuela via Doutrina Monroe”. A derrubada completa do governo Maduro e a instalação de um governo pró Estados Unidos (Alô Maria Corina! Alô Guaidó!) ou a forma mais brutal que seria a instalação de interventores norte-americanos no comando do país.
Em ambos os caminhos o que deveremos assistir no futuro é a “entrega pacífica” das reservas ao total controle de Donald Trump e a redução significativa das relações com a China (que é o principal alvo desta operação).


